Melhores Horários para Envio de e-mail

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Publicado por admin | Colocado em Informática, SEO | Data: 19 mai 2012

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Quais os melhores horários para envio de e-mail

Existem sempre estudos que nos indicam os momentos mais propícios para enviar conteúdos para os clientes, já vi matérias falando a respeito de melhor horário para: postar no Twitter, publicar conteúdo no Facebook, publicar um artigo no Blog, entre outras tantas variantes, só existe um único diferencial desses canais que é interação por demanda, no caso do email marketing a interação é demanda por anuência prévia.

Analisando o email marketing como um canal, primeiramente chegamos à conclusão que em questão de ROI (retorno sobre investimento) é o mais alto de todos, porém essa singularidade só é alcançada quando a utilização dessa via de marketing é empregada corretamente. Por conta das propagandas com informações que são sempre anunciadas, onde o email marketing funciona melhor que qualquer outra forma demarketing digital e o investimento pode até ser praticamente zero, é o que faz os números de SPAMs crescerem absurdamente, e pior ainda cada vez criar uma descrença por parte dos clientes no canal.

Em nossos emails da DragonSoft recebemos a média diária de 3000 emails considerados SPAMs, e porque mantermos vários apelidos, podemos verificar a larga quantidade de disparos indiscriminados, ou seja, recebemos muitas vezes dezenas de emails iguais somente com o destinatário alterado, e o mais incrível ainda, muitas vezes são criadas mutações de nossos endereços sem mesmo nunca terem existido. E indo além, essa prática está totalmente indiscriminada até pelos grandes lojistas virtuais, que estão utilizando através de “terceiros” e lotando as caixas postais com propaganda indesejada.

É importante esclarecer que o email marketing só atinge sua marca como melhor canal de marketing quando utilizado com base de endereços eletrônicos opt-in (cadastramento), caso contrário, é mais um SPAM. E pensando um pouco funcionalmente que haja possibilidade de configurar o intervalo desses recebimentos, porque muitas vezes o ato de assinar uma lista de newsletter não é consentimento para recebimento de um email por dia.

Com isso chegamos à conclusão que o melhor horário para enviar email marketing é simplesmente na hora em que o solicitante quer e não numa segunda-feira as 9:30h da manhã. E claro desmitificar que email marketing não é mina de ouro para as lojas virtuais, a mina de ouro são os clientes bem atendidos e satisfeitos, porque estes é que fará alavancagem da loja virtual através de comentário positivos, compartilhamento de informações e principalmente defensores da marca, nos mais diversos canais digitais.

Qualidade dos e-mails influencia o resultado

Fonte: Blog do E-commerce Por: Marcelo Goberto

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A Culpa é Sempre do OUTRO

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Publicado por admin | Colocado em Dicas | Data: 20 abr 2012

Quando o outro não faz… É preguiçoso.

Quando você não faz… Está muito ocupado.

Quando o outro fala… É intrigante.

Quando você fala… É crítica construtiva.

Quando o outro se decide a favor de um ponto…

É “cabeça dura”.

Quando você o faz… Está sendo firme.

Quando o outro não cumprimenta, é mascarado.

Quando você passa sem cumprimentar… É apenas distração.

Quando o outro fala sobre si mesmo, é egoísta.

Quando você fala…É porque precisa desabafar.

Quando o outro se esforça para ser agradável,

Tem uma segunda intenção, Quando você age assim… É gentil

Quando o outro encara os dois lados do problema, Está sendo fraco.

Quando você o faz… Está sendo compreensivo.

Quando o outro faz alguma coisa sem ordem, está se excedendo.

Quando você faz… É iniciativa.

Quando o outro progride, teve oportunidade.

Quando você progride… É fruto de muito trabalho.

Quando o outro luta por seus direitos, é teimoso.

Quando você o faz… É prova de caráter.

Quando você manda um e-mail com esse texto, é porque gosta dos amigos.

Quando o outro manda… É um desocupado

Autor: Desconhecido

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Lições que a TI deve aprender com a Apple

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Publicado por admin | Colocado em Dicas | Data: 19 abr 2012

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A Apple se infiltrou na população em geral, criando novas expectativas _ e, por que não, um novo modelo _ de TI.

Para os fãs, é justo. Para os expoentes da velha escola de TI, um pesadelo. Para quem não está em nenhum dos dois extremos, é mais um sinal da mudança fundamental conhecida como consumerização da TI. Um assunto batido? eom… Recente pesquisa da CNBC revelou que, atualmente, mais da metade dos lares dos EUA possuem pelo menos um produto da Apple. O iPod lidera a lista, seguido pelo iPhone, o iPad e os computadores Mac. Então, por que o alvoroço?

Durante quase um ano, metade dos novos telefones celulares vendidos nos Estados Unidos foram smartphones, uma pequena gama deles com o Android. Isso não deveria ser tão significativo quanto a penetração da Apple?

Não. O alcance da Apple no dia a dia das pessoas não está apenas mudando as suas expectativas quanto às possibilidades da tecnologia como também, ironicamente, pode funcionar como um guia para a TI sobre como conseguir os resultados desejados. Mas a TI deve compreender as verdadeiras lições dessa mudança. Os usuários mais ávidos dos produtos Apple tendem a ser homens bem pagos, segundo a pesquisa. Em outras palavras, empresários com autoridade, que frequentemente tomam as decisões e definem as expectativas da empresa quanto à tecnologia em geral e à TI em particular.

O efeito da Apple não tem relação direta apenas com a consumerização

Os usuários estão se voltando para dispositivos móveis, e as implicações dessa mudança na computação são profundas. Mas nós já sabemos e podemos ver como ela se manifesta em tudo, desde à tentativa da Microsoft de reinventar o Windows à noção de que estamos entrando na era pós-PC.

Certamente, o fato de que uma rede de lojas de PCs dos EUA, a Best Buy, continue a apresentar prejuízos e esteja voltando o seu foco de venda para os telefones celulares (seguindo o exemplo da RadioShack), mostra que os PCs “tradicionais” são, embora ainda úteis, não importantes — como torradeiras e fornos de microondas.

A Apple se aproveita dessa tendência, assim como o Android, da Google. Mas a Apple representou a fagulha inicial com o iPhone, que redefiniu especificamente a computação móvel e também a computação em geral. O iPad foi a segunda fagulha, quebrando a separação entre a computação móvel e a computação de desktop. Em alguns casos, o iPad já é o computador principal.

O que é mais crítico: a Apple está literalmente definindo o que a nova computação significa, e educando os usuários sobre o que devem esperar da computação. Conforme as noções de tecnologia do usuário e tecnologia pessoal continuam a se fundir, as ideias da Apple também estão remodelando as expectativas e requisitos da TI corporativa. Ninguém mais, ninguém mesmo, está fazendo isso. Os fornecedores de tecnologia tradicionais estão acima de tudo copiando a forma superficial das direções da Apple. Mas é claro que os usuários não estão interessados em cópias inferiores e superficiais.

O arrebatador ecossistema da Apple

Para boa parte dos especialistas em TI, não faz sentido. Eles dizem que os iPods são irrelevantes para a tecnologia de computação, e o fato de que são os produtos da Apple mais usados distorce qualquer suposto efeito da Apple. Mas os fatos demonstram o contrário. A pesquisa da CNBC mostra que 51% dos lares que possuem um produto da Apple possuem em média mais dois outros produtos, e um quarto dessas pessoas pretende comprar mais um produto nos próximos 12 meses.

O que isso significa é o efeito do ecossistema da Apple: é clichê dizer que os produtos da Apple são mais fáceis de usar do que seus concorrentes, mas eles quase sempre são. Também funcionam bem uns com os outros, criando um círculo virtuoso, uma espécie de versão de interface do usuário do efeito de rede conhecido como Lei de Metcalfe (que herdou seu nome de Bob Metcalfe, inventor da Ethernet, investidor e ex-editor da InfoWorld).

Esse efeito pode ser notado no mundo real. O iPod e o iPhone são portas de entrada para a aquisição de outros produtos da Apple. O iTunes, e agora a iCloud, encorajam o vício em outros produtos da Apple para compartilhar bens digitais e, principalmente, a experiência do usuário. Há um fundo de verdade na frase “once you go Mac, you never go back” (depois que experimenta o Mac, nunca mais olha para trás). Meus leitores regulares sabem que apesar de minhas origens no PC, segui esse caminho rumo ao ecossistema da Apple. Vejo o mesmo acontecendo com regularidade, não apenas entre meus amigos com conhecimentos tecnológicos mas também em meu círculo muito maior de amigos “normais”, que não trabalham com tecnologia e não sonham com dispositivos tecnológicos.

O quociente da Apple continua a subir, e a única outra plataforma que demonstra inspirar alegria e lealdade comparáveis é o Android _ mas apenas durante um breve momento, conforme as pessoas descobrem as vantagens de um smartphone sobre um celular normal. Seus dispositivos seguintes, invariavelmente, são iPhones, ao perceberem que a interoperabilidade limitada do Android com o resto do mundo tecnológico contrasta dramaticamente com o ecossistema da Apple. (Com exceção de um amigo especialista em TI que nunca perdoou a Apple por seu protocolo de rede tagarela AppleTalk nos anos 80, e até hoje não quer saber dos produtos da Apple _ o resto de nós apenas sorri.)

As lições para a computação corporativa

Quando você conhece a positividade _ seja em um ambiente de trabalho agradável, um prato caseiro saboroso ou a computação que simplesmente funciona, e funciona naturalmente _ é difícil se contentar com menos. Mas ao chegar ao escritório, geralmente o que você encontra é: Sistemas de controle rígidos, precariamente integrados uns com os outros e com os processos de trabalho reais. Software que força uma mudança de mentalidade ao alternar de uma ferramenta para outra. Configurações confusas ou nenhuma configurabilidade.

Frequentemente é tudo caótico ou homogeneizado demais _ e frequentemente inferior. A tecnologia no ambiente de trabalho apresenta um contraste sombrio com a tecnologia que você possui em casa, principalmente se for a tecnologia da Apple.

Ninguém é tolo de achar que a tecnologia da Apple é impecável. Existem bugs e falhas nos produtos da Apple (como a tendência do cliente de e-mail do OS X Lion de não receber e-mails em configurações multicontas), além de limitações intrigantes (como a falta das opções sofisticadas de repetição de eventos para itens do calendário, há muito tempo disponíveis nos calendários do Windows e do BlackBerry). Ainda assim, são produtos significativamente melhores, e as pessoas notam e apreciam esse fato.

Regras da experiência do usuário A TI vem sendo estimulada desde os anos 80 a saber mais sobre a experiência do usuário. Nos anos 80, eu mesmo editava uma coluna chamada “Fatores Humanos” para a revista IEEE Software, defendendo abordagens até hoje ignoradas, 30 anos depois. Mas a maioria do software e hardware continua a apresentar um design fraco, quando não inexistente. A Apple mostrou que um bom design não apenas é possível como também pode ser parte inata de uma linha de produtos ampla ao longo de muitos anos.

Agora que os usuários começaram a exercer o controle sobre a tecnologia que utilizam, não precisam mais esperar pela TI para tê-la em seu próprio software ou no software e hardware adquirido _ eles a obtêm por conta própria. Eles também não precisam aceitar as ferramentas com design inferior da TI ou dos fornecedores escolhidos pela TI _ eles as obtêm de outras fontes. Afinal, existem muitos provedores de serviços na nuvem, provedores de tecnologia social e opções no mercado de aplicativos _ além, é claro, de computadores, tablets, smartphones e hardware _ entre os quais eles podem escolher em vez da TI. E eles o farão.

Uma ditadura benevolente pode funcionar Ironicamente, a abordagem altamente controlada da Apple em relação ao seu ecossistema espelha a abordagem de muitas organizações de TI. O ecossistema da Apple funciona bem porque a Apple decidiu como ele deve funcionar, e normalmente ignora todo o resto. Como diz a piada ouvida em Silicon Valley, o mundo é de Steve Jobs, nós apenas vivemos nele. As decisões da Apple geralmente envolvem mais do que os caprichos de um alto executivo. Elas são provenientes de ideias altamente examinadas da liderança da Apple e dos seus contratados. Mas, no fim do dia, é o ecossistema da Apple, e você pode aceitá-lo ou deixá-lo. A maioria dos usuários que vive nele não apenas o aceita como o adota com devoção.

A diferença entre essa abordagem “nós sabemos o que é bom” e a organização de TI de alto controle tradicional é que a Apple quase sempre toma as decisões certas, e assim os usuários aceitam com prazer os termos da sua comunidade fechada. As escolhas da TI geralmente ignoram, não compreendem ou desrespeitam o usuário. Para as organizações de TI cujo desejo de controle é realmente legítimo, é preciso aplicá-lo de uma forma que os usuários aceitem com prazer _ seguindo a abordagem da Apple, em vez de ignorá-la ou combatê-la. Uma estratégia de controle sem motivo ou o controle mal executado significa a derrota. Mesmo que elas vençam a batalha, perderão a guerra, pois com o tempo a equipe da empresa passa a ser formada por aqueles dispostos a viver ou construir ambientes fracos _ ou seja, uma equipe não muito competitiva nem criativa.

As tecnologias moribundas são sacrificadas Quando a Apple decide que alguma coisa deve morrer, ela morre. É o que aconteceu com os disquetes, com todas as suas portas proprietárias, com os CDs e, mais recentemente, com o Adobe Flash. Os usuários de PCs reclamam e incriminam, mas seus fornecedores acabam seguindo o exemplo. Os usuários da Apple simplesmente aceitam e seguem em frente, mesmo que um pouco a contragosto. Há mais uma coisa que a TI deve aprender: não se apegar às tecnologias antigas que prejudicam a empresa e complicam a manutenção de sua tecnologia. O custo em curto prazo da mudança é mais baixo do que o custo em longo prazo de evitá-la.

Um caso exemplar: O Internet Explorer 6 e o ActiveX, o método proprietário pré-AJAX da Microsoft para a entrega de aplicativos da web. Quando o ActiveX foi inventado, foi uma revelação que levou o know-how dos aplicativos para a internet. Mas estava vinculado a versões específicas do navegador da Microsoft e à plataforma Windows. Na monocultura de uma organização de TI tradicional, isso era ótimo. Mas atualmente, o ActiveX introduz uma complexidade terrível ao TI, pois os diferentes aplicativos usam versões diferentes e exigem versões diferentes do IE. O Windows, porém, não pode executar versões diferentes de TI no mesmo PC, a não ser através de diversas máquinas virtuais, tornando tudo ainda mais complexo.

A Microsoft vem tentando matar o ActiveX e as versões mais antigas do IE já há algum tempo, mas ambos estão entrincheirados nos aplicativos de TI personalizados e em aplicativos especiais para dentistas, agências governamentais e semelhantes produzidos por microfornecedores com recursos de desenvolvimento limitados. Ele continuará a ser suportado no Windows 8, agravando o problema.

A abordagem da Apple seria dizer que o ActiveX estará morto ao lançar a versão seguinte do IE ou do Windows _ depreciá-lo, segundo a terminologia dos desenvolvedores _ e levar isso a sério. Todos os aplicativos herdados do ActiveX desapareceriam. Sabendo do perigo, a TI não deixaria que tal acúmulo de heranças chegasse a ocorrer. Sem dúvida, conforme os produtos da Apple se entrincheirarem na empresa, a TI precisará fazer tais ajustes. A Apple deprecia rotineiramente a tecnologia antiga e raramente adota um período de transição prolongado, forçando a decisão (para o seu próprio bem, é claro).

Adapte-se ou morra

Tenho certeza de que, em algum momento, a Apple se perderá no caminho, e seus notáveis 20 anos de inovação em sua segunda era sob o comando de Steve Jobs terminará. Já vimos outras empresas _ Adobe Systems, Dell, Hewlett-Packard, IBM e Microsoft _ tornarem-se empresas cansadas e disfuncionais, sem inovações ou ambições além dos números desejados, por qualquer custo em longo prazo. Segundo uma teoria da MIT, isso acontece com todas as empresas, embora algumas possam reverter o processo e recuperar a antiga magia caso sua liderança seja capaz de forçar a decisão. A IBM e a Apple são dois exemplos recentes da indústria tecnológica. Sob o comando dos seus fundadores, a HP teria sido outro exemplo.

Caso isso aconteça, será daqui a anos, e qualquer especialista em TI que torça para o fim do reinado da Apple será provavelmente quem abandonará o navio.

Uma abordagem melhor seria descobrir o que a Apple está fazendo de positivo para atender e envolver seus clientes, e replicar o que for possível dentro da TI. Ao fazê-lo, você não precisará se preocupar com a “TI das sombras”, o desrespeito, a irrelevância ou a consumerização: você estará co-capitaneando uma empresa melhor.

 

Fonte: Galen Gruman, InfoWorld/EUA – CIO

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Diablo 3 – O Game Mais Esperado de Todos os Tempos

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Publicado por admin | Colocado em Dicas | Data: 18 abr 2012

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Os seis principais riscos e benefícios dos projetos de cloud computing

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Publicado por admin | Colocado em Informática | Data: 18 abr 2012

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As empresas não podem ignorar a importância de analisar a adoção de serviços nas nuvens, principalmente, porque isso pode torná-las mais competitivas no mercado, graças à redução dos custos de TI e à agilidade de implementação de novos produtos e soluções no mercado. Mas como encontrar o equilíbrio necessário?

A seguir, separamos os seis principais riscos e benefícios do uso de cloud computing e que podem ajudar a fazer uma análise mais detalhada dos projetos.

Benefícios

1.    Redução de custos – ao contratar um hardware, software ou plataforma na nuvem, o usuário não precisa fazer um investimento inicial em infraestrutura ou licenças, as quais passam a ser totalmente geridas e fornecidas pelo provedor do serviço. Além disso, todo o processo de manutenção e atualização das soluções fica sob responsabilidade do fornecedor. Assim, o cliente paga apenas um valor mensal pelo uso dos recursos contratados.

2.    Elasticidade – este é um dos conceitos que mais atrai as empresas que trabalham com picos de demanda sazonais. Isso porque, cloud computing permite que o usuário aumente ou reduza a quantidade de recursos contratados, de forma simples e ágil, sem a necessidade de mudar contratos. De forma geral, as próprias empresas usuárias do serviço conseguem fazer essa mudança por meio de painéis de controle online.

3.    Agilidade – para novos projetos, que exijam uma rápida implementação, a computação em nuvem pode ser bastante atrativa. Isso porque, em pouquíssimo tempo, é possível contratar a infraestrutura necessária para rodar um novo projeto, sem a preocupação com compra de hardware e software, implementação e manutenção.

4.    Simplificação na gestão de TI – ao transferir a responsabilidade pela manutenção de parte dos recursos de tecnologia para os fornecedores de cloud computing, as equipes de TI conseguem se livrar de atividades burocráticas e que consomem um grande tempo, para se dedicar a projetos estratégicos.

5.    Facilidade de acesso remoto – pelo fato dos serviços em cloud serem acessados pela internet, isso permite que usuários remotos utilizem os recursos de TI da empresa de qualquer lugar. O que pode ser especialmente interessante para companhias que têm profissionais dispersos geograficamente ou que fiquem muito tempo fora do escritório.

6.    Economia de energia – uma das pressões cada vez mais frequentes na área de TI é a redução de custos. E os data centers, especificamente, são uma importante fonte de despesas. Assim, ao terceirizar os serviços na nuvem, é possível cortar os gastos relacionados à energia e à manutenção dos centros de processamento de dados. O que, por outro lado, responde aos requisitos da TI verde.

Riscos

1.    Segurança – este aparece como o tema que mais preocupa as empresas e os usuários que estudam a migração para cloud computing. Isso porque, há uma preocupação em deixar que  sistemas ou dados sensíveis sejam processados por terceiros, em um local não determinado.

2.    Privacidade dos dados – também em relação à segurança, outro risco bastante apontado no modelo de computação em nuvem é a garantia de que as informações armazenadas em cloud não sejam acessadas ou utilizadas por pessoas não autorizadas ou má intencionadas.

3.    Link de dados – em especial no Brasil, onde há ainda um problema em relação à infraestrutura de telecomunicações, muitas corporações consideram que pode ser um problema acessar os serviços em cloud, por meio da internet. Isso porque, caso ocorra qualquer interrupção no link de dados, a solução ficará indisponível.

4.    Provedor do serviço – outra questão em relação à continuidade dos serviços é a garantia de que o fornecedor das soluções em nuvem não terá problemas em seu data center. A preocupação com o assunto ganhou força depois que, em abril deste ano, a fornecedora Amazon teve problemas em sua infraestrutura e tirou do ar mais de 70 sites que estavam armazenados em seu sistema de cloud.

5.    Falta de SLAs  e padronização – por ser uma tecnologia ainda nova, ainda não há um padrão para a oferta de serviços na nuvem e que seja utilizado pelos mais diversos fornecedores. O que torna difícil uma possível migração de dados de um provedor para o outro, assim como cria uma barreira à criação de acordos de nível de serviço (SLAs).

6.    Questões regulatórias – por fim, outro risco que precisa ser avaliado na adoção de cloud computing é a questão regulatória. Isso porque, além de seguir as regras de armazenamento de informação vigentes no país de origem da empresa usuária, o fornecedor deve atender à legislação que vigora nos diversos países em que estão instalados seus data centers.

Fonte: Treina Web

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Capital Do Mundo Porto Alegre não tem Igual.

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Publicado por admin | Colocado em Cultural | Data: 23 mar 2012

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Porto Alegre é Demais

Isabela Fogaça

Porto Alegre é que tem
Um jeito legal
É lá que as gurias etc… e tal

Nas manhãs de domingo
Esperando o Gre-Nal
Passear pelo Brique
Num alto astral

Porto Alegre me faz
Tão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz

Quem dera eu pudesse
Ligar o rádio e ouvir
Uma nova canção
Do Kleiton e Kledir

Andar pelos bares
Nas noites de abril
Roubar de repente
Um beijo vadio

Porto Alegre me faz
Tão Sentimental
Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz

Porto Alegre me dói
Não diga a ninguém
Porto Alegre me tem
Não leve a mal
A saudade é demais
É lá que eu vivo em paz

Porto Alegre é demais!

Video:

http://youtu.be/O3gib4jSw8Y

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Google vai penalizar sites que abusam de SEO

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Publicado por admin | Colocado em SEO | Data: 21 mar 2012

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Algoritmo de busca será alterado para rebaixar portais que, por meio de artifícios, aparecem entre os primeiros resultados do serviço.

O Google está preparando mais uma mudança em seu algoritmo de busca, revelou Matt Cutts, engenheiro da companhia. O objetivo é penalizar portais que, embora não possuam um conteúdo bom, costumam aparecer entre os primeiros resultados de pesquisas.

“Quanto às pessoas que estão abusando do SEO (otimização para motores de busca), nós em geral não anunciamos alterações antecipadamente, mas há algo em que estamos trabalhando nos últimos tempos e queremos implantar nas próximas semanas ou meses”, anunciou Cutts, durante o evento de cultura digital SXSW, realizado em Austin, nos Estados Unidos.

Segundo o engenheiro, o software GoogleBot, responsável pela coleta e organização de portais, ficará mais inteligente, a fim de aumentar a relevância dos resultados. “Iremos atrás daqueles que enchem a página de palavras-chave, trocam muitos links ou vão além do que normalmente esperamos. Temos muitas pessoas trabalhando nisso no momento.”

Leia mais: Ferramenta promete ‘consertar’ motor de busca da Google

Em janeiro a companhia de Mountain View informou também que puniria páginas com publicidade excessiva. “Se o portal dedica grande parte da tela inicial a anúncios, ele não oferece uma boa experiência de usuário. Alguns sites podem não permanecer na mesma posição atual”, explicou.

No mesmo mês a empresa chegou a rebaixar o próprio navegador, o Chrome, em seu motor de busca. A gigante foi pega violando suas regras, por não utilizar a tag de código “nofollow” para links patrocinados que promovem o browser. Esta tag serve para impedir que companhias com muitos recursos comprem lugares privilegiados no serviço.

Fonte: IDG NOW

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Êxito Eletrostática

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Publicado por admin | Colocado em Diversos | Data: 15 mar 2012

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EMPRESA

A Êxito Pintura Eletrostática é uma prestadora de serviços na área de revestimentos especiais. A empresa disponibiliza serviços de pintura eletrostática, epóxi e poliéster.

Há 10 anos prestando serviços para a indústria metalmecânica, a êxito conquistou seu espaço no mercado, oferecendo serviços com alto padrão de qualidade, e com rigorosa pontualidade.

A êxito busca, permanentemente, otimizar os seus processos de produção, através da melhoria contínua e de investimentos, mantendo assim, seu compromisso com as normas de qualidade ISO 9001:2000.

O comprometimento, a estrutura operacional, uma equipe experiente e excepcionalmente bem treinada tornam a êxito Pintura Eletrostática uma empresa diferenciada e é o que assegura a posição privilegiada no mercado metalmecânico.

 

SERVIÇO

A Êxito dispõem de uma ampla estrutura física, que possibilita a execução do processo de pintura eletrostática em peças de até três metros de comprimento.

Os equipamentos utilizados pela empresa são novos, produzem com velocidade e possibilitam rapidez nas várias trocas de cores exigidas na execução do processo de pintura em uma grande quantidade de peças.

A agilidade, a precisão e a flexibilidade no atendimento tornam a êxito sinônimo de excelência em pintura eletrostática.

PRODUÇÃO

A unidade de produção da êxito reúne todos os ciclos de acabamento para pinturas. Tem uma linha completa de banhos para tratamento de superfícies:
• desengraxante;
• refinador;
• fosfato de zinco.

Os banhos podem ser manuais ou automatizados, de acordo com as especificações de cada produto.

As pistolas de pintura são de última geração, assegurando alto índice de penetração da tinta. Ao todo são cinco cabines de pintura. Completam esta estrutura estufas eletrônicas com grande precisão de temperatura e controle do tempo de cura.

Site: Êxito Eletrostático

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Sete verdades sobre consumerização da TI

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Publicado por admin | Colocado em Informática | Data: 27 fev 2012

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Sejam quais forem as razões da TI para manter o controle sobre a tecnologia da empresa, não se deve impedir o uso de dispositivos pessoais.

Os usuários corporativos de TI deixaram de ser ignorantes sobre tecnologia, muitos são até fascinados pelas mesmas. Por outro lado, as ferramentas tradicionalmente posicionadas para o mercado de consumo são muitas vezes superiores às voltadas para uso profissional. Eles estão usando cada vez mais dispositivos móveis, serviços de cloud computing, redes sociais e outras ferramentas de software. Mas há implicações boas e más para a capacidade de resposta, produtividade, gerenciamento e segurança das empresas. É o fenômeno chamado de consumerização.
Nesse cenário, vale a pena rever sete aspectos na estratégia para lidar com a tendência da consumerização da TI.

1- Não se consegue pará-la: seja quais forem as razões levantadas pelas TI para manter o controle sobre a tecnologia da empresa, isso não importa. Os usuários estão escolhendo usar a sua própria tecnologia, e não é porque sejam fãs incapazes de se conterem face a uma marca. A tendência de consumerização é incontrolável e fundamentada em necessidades de negócio das empresas. O problema não é saber como barrar a tendência, mas perceber como fazer para trabalhar nessa realidade.

2- É realmente uma questão de gestão: a consumerização de TI exige fundamentalmente empregados de confiança, sem tentar programá-los para comportamentos cristalizados ao restringir a adopção de tecnologias. Saber em quem confiar para aquilo que é, em última análise, uma questão de gestão – explorando a paixão e a capacidades das pessoas – acaba por excluir os funcionários, incapazes de demonstrar discernimento e merecer confiança.

Da mesma forma, adotar uma atitude mais ponderada sobre os riscos permitidos e flexíveis é uma questão de gestão impossível de resolver com a tecnologia. A consumerização das TI afeta os negócios e a gestão de TI da mesma forma.

3- Fazer gestão de dispositivos é um bom primeiro passo: embora a consumerização abranja dispositivos móveis, serviços de cloud computing, aplicações de desktop, e redes sociais, é bom começar com os dispositivos, dado essas plataformas virem com componentes de API, capazes de suportar uma abordagem baseada em políticas para acesso e gestão da informação. Além disso, os principais casos de adoção são relativos ao acesso a plataformas de e-mail.

Associar os dispositivos ao sistema de permissões de acesso  (como o Active Directory) será uma medida de segurança natural. Mas, claro, a gestão de dispositivos móveis deve incluir o dispositivo em si, a rede, as aplicações, o acesso e a gestão da informação – são aspectos que devem contar também  para dispositivos fixos.

4- Legislação sobre propriedade da informação é instável: embora se possa ter a certeza de que as informações transmitidas por meio de contas de e-mail e outras pertencentes às empresas, são propriedade das organizações. Mas as leis são menos claras sobre a informação transmitida pelas contas de funcionários e redes sociais, mesmo durante o trabalho. A forma como as leis e decisões judiciais começam a dar uma melhor forma às regras exige acompanhamento de proximidade.

5- Participação em redes internas  não pode ser decretada: ao perceberem o sucesso do Twitter e do Facebook, muitas empresas implantam plataformas internas sobre as quais incentivam a construção de uma comunidade. O problema é que as abordagens decretadas não encorajam a constituição de comunidades construtivas, nem as tecnologias normalizadas e inflexíveis. As redes sociais precisam ser nutridas nas suas muitas formas. Além disso, é preciso confiar nas pessoas para poder criar um ambiente vibrante, comunidades visíveis capazes de serem embaixadores da organização.

6- Experiência do utilizador não pode ser defraudada: muitas aplicações internas e empresariais têm interfaces de usuários pobres, proporcionando más experiências. Segundo o CIO da SAP, Oliver Bussman, isso vai deixar de acontecer: os usuários têm agora aplicações pessoais e serviços, que aumentam suas expectativas. Os departamentos de TI e programadores nas empresas precisam ser muito sensíveis em relação às interfaces, e à possibilidade de os usuários migrarem para aplicações e dispositivos externos se as tecnologias das empresas falharem. Os departamentos de TI devem prever maiores gastos de tempo e esforço em questões relacionadas à experiência do usuário.

7- A concorrência já está a trabalhar sobre o assunto: apesar das preocupações sobre segurança e gestão da informação serem legítimas, muitas empresas estão percebendo o potencial de permitir que os empregados usem dispositivos móveis pessoais para trabalhar,  usufruam de serviços de cloud computing, redes sociais e aplicações de desktop especiais. Assim, estão forjando esforços para suportar a consumerização, aprender a equilibrar a segurança com a disponibilização de recursos.

Fonte: Computerworld (EUA)

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Como melhorar a comunicação e o relacionamento

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Publicado por admin | Colocado em Dicas | Data: 27 fev 2012

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Na sua avaliação, as empresas utilizam de modo adequado as ferramentas de comunicação interna para consolidar processos gestão e reforçar sua imagem junto ao público interno?


Mario Persona –
Nem sempre. A comunicação ainda é uma falha grave na maioria das empresas, e isso nem sempre ocorre por falta de ferramentas. A comunicação, para ser eficaz, precisa levar em consideração diversos aspectos, como cultura, nível social, contexto, meio e todas as formas de ruído existentes no processo.

Há empresas que implementam ferramentas e processos de comunicação interna sem prestar atenção à essência da comunicação e as coisas acabam não acontecendo. O problema pode estar na origem, o emissor que não sabe se comunicar, no meio, que pode ser inadequado para o momento, ou no destino, o receptor que pode estar anos-luz de distância do emissor em termos de comunicação.

Então ele acabará entendendo o que entendeu e não houve comunicação alguma, mas apenas um estímulo que gerou uma percepção que já existia de forma arraigada no receptor. Para ter uma idéia clara do problema, vivemos em um país onde as estatísticas apontam que mais de 80% da população é alfabetizada. Mas a realidade é que menos de 20% entende o que lê. Portanto, a pode existir, o processo pode existir, mas se não existir o preparo a comunicação será deficiente.

Gosto de recordar uma reunião da qual participei com um cliente. Eu e outros palestrantes estávamos ali para combinar os últimos detalhes de uma grande convenção e a diretora da organização do evento solicitou que cada um informasse o equipamento necessário para cada palestra. Enquanto eu e outro palestrante falávamos da necessidade de um datashow e eventualmente amplificação para o do , o terceiro palestrante nos surpreendeu. Um copo de água. Foi tudo o que pediu. Era sua ferramenta suficiente de trabalho e sabia muito bem utilizá-la.

Quais as principais barreiras para a melhorar o relacionamento interno nas empresas. Qual o papel da tecnologia e da comunicação neste contexto?

Mario Persona - Como disse, a primeira é cultural. Temos nas empresas um caldo cultural que recebe novos ingredientes à medida que o passa. Não falo apenas de distância cultural, no sentido de mais ou menos alfabetizados, mas de diferenças de valores, ideais, etnias, religiões. Aspectos culturais mesmo. Some a isso a idade, que começa a esticar seu espectro nas organizações com a ampliação da expectativa de vida das pessoas e, como conseqüência, do tempo de vida e disposição para se manterem ativas profissionalmente.

Não é incomum encontrar algum empresário perfeitamente ativo do alto de seus 80 anos de idade interagindo no dia-a-dia em sua empresa com um colaborador de 18 anos. Há cem anos isso não seria grande coisa porque os modos, linguagem ou costumes mudavam pouco, mas hoje é como colocar dois ou três séculos de diferença entre essas pessoas, que precisarão se comunicar de forma eficaz. Então coisas curiosas podem acontecer. O jovem pode dizer que alguém na empresa é “animal” e ser demitido porque os mais velhos acharam que isso era uma ofensa, não uma gíria que visa elogiar.

Na comunicação, e em muitos outros aspectos, a tecnologia vem em segundo lugar. Às vezes pode até prejudicar a comunicação, quando utilizada de forma errada. É ilusão pensar que a tecnologia, por si só, resolva problemas. Quem resolve problemas, que agiliza processos, quem inova, são as pessoas. Há alguns anos vivemos a fase de descoberta dos sistemas de gestão empresarial.

Muita gente acreditou que seria uma espécie de software mágico que resolveria todos os problemas e organizaria a empresa ao estalar dos dedos. Demorou para algumas empresas entenderem que aquilo não passava de uma ferramenta. Dê um martelo a uma criança de dois anos e você tem um desastre em . Dê a um bom marceneiro e você tem uma obra de arte. A diferença não está na ferramenta, mas no preparo de quem a utiliza.

O mesmo aconteceu na febre do CRM, ou gestão do relacionamento com clientes. Vi empresas comprando software de CRM como se fosse uma solução, mas não era. Na época escrevi uma crônica, “CRM de Mercearia”, depois publicada em meu segundo “Receitas de Grandes Negócios”, que falava da “Carteira de Registro Mensal”, um “CRM” que o Toshiro da mercearia utilizava para registrar o que as freguesas compravam, suas necessidades, desejos etc. A crônica foi adotada por alguns de pós-graduação justamente por mostrar que CRM estava mais para atitude do que para software ou sistema.

É que com a ferramenta adequada, utilizada por pessoas preparadas dentro do contexto correto é uma alavanca poderosa de comunicação interna e externa. O e-mail causou uma revolução na comunicação pessoal e corporativa. Quem viveu a época dos memorandos recolhidos da caixa de saída pelos office-boys para serem datilografados, corrigidos e encaminhados dentro e fora da empresa, sabe a que me refiro. A tecnologia transformou cada ser humano em uma central de comunicação multimídia. Hoje qualquer um pode conquistar um espaço e se fazer ouvir de uma forma que no passado só era possível aos grandes conglomerados de mídia.

Esse poder ele pode exercer dentro e fora da empresa e muita gente já está se dando conta da necessidade de um preparo integral de suas equipes, de uma melhor seleção de seus quadros e da importância de questões como ética e outros atributos pessoais que, quando aquém do ideal, podem gerar desastres descomunais na comunicação interna e externa. Isso porque – lembre-se bem – o trombone no qual qualquer um pode por a boca ganhou decibéis infinitos com a tecnologia.

Em geral, como as empresas lidam com o seu público, quais as principais mudanças nesse contexto nos últimos anos?

Mario Persona - Acho que a palavra que traduz isso é respeito. As empresas estão aprendendo a respeitar seu público e boa parte disso é graças à popularização do poder de comunicação que a tecnologia criou. Outro dia li em um livro que, segundo uma pesquisa, cada pessoa satisfeita falará bem de sua empresa ou produto para outras cinco pessoas. Caso ela fique insatisfeita, contará para onze outras pessoas. Hoje seria muita ingenuidade acreditar nisso.

Com quantas pessoas você acha que um cliente ou colaborador de sua empresa é capaz de se comunicar quando está satisfeito ou insatisfeito? Obviamente a pesquisa é anterior à época do do e-mail, instantâneas, fóruns de discussão, blogs, comunidades como o Orkut ou até mesmo do . Daí a importância da empresa tomar todo cuidado possível para conhecer muito bem quem leva sua marca, quem é capaz de comunicar o que a empresa é por dentro para quem está do lado de fora.

O endomarketing tomou uma importância hoje tão grande quanto o próprio marketing, normalmente planejado olhando para o mercado, mas de costas para aqueles que atuam por trás dos bastidores e são responsáveis pelo sucesso ou fracasso da empresa. Inclua aí também fornecedores, parceiros, acionistas e toda a cadeia de stakeholders, pessoas que de uma forma ou de outra têm interesse nos resultados da empresa.

Tão importante hoje quanto comunicar bem o que somos, o que fazemos, nossas qualidades, para o público externo – o mercado – é preparar nosso público interno – igualmente mercado – para fazer essa comunicação e fazê-la bem. Porque provavelmente sejam também clientes e usuários do que fazemos e, ainda que não sejam, precisam estar satisfeitos com sua função e sua empresa para transmitir essa satisfação.

Como vou acreditar na comunicação milionária que uma empresa faz se no Orkut tem alguém de lá super insatisfeito com seu trabalho, seu ambiente organizacional, sua remuneração, benefícios e recompensas? Falamos hoje de marketing viral, mas isso tem dois lados. Há o lado da contaminação maligna, potencializada pelas novas ferramentas de comunicação.

Qual o conceito de gestão eficaz de pessoas e qual a importância da comunicação nesse processo?

Mario Persona - Não existe um sapato para todos os pés, por isso não existe uma gestão que funcione em todas as empresas e situações. Mas você falou bem quando se referiu a conceito. A gestão eficaz começa nas pessoas, assim como o marketing eficaz começa com as pessoas, com o mercado. Nas empresas a pirâmide sofreu uma cambalhota. É claro que ainda há muitos lugares onde as pessoas continuam trabalhando para o chefe, para o supervisor, o patrão, o presidente. Pensam que é de lá que vêm seus benefícios. Mas não é.

Na pirâmide invertida, o topo da pirâmide ficou na base e a base ficou no topo. Entenda por base o cliente, aquele que é o único responsável pela injeção dos recursos que depois serão distribuídos entre os colaboradores da empresa, seus fornecedores e acionistas. Alguém poderia argumentar que recursos também entram por mãos dos acionistas, mas isso é um empréstimo. É o recurso que entra para sair depois com juros e dividendos. O real recurso é aquele resultante da troca produto ou serviço por satisfação. Este é o que vem do cliente e ele saiu de casa de manhã com dinheiro, talão ou cartão de crédito na carteira porque acredita que ao longo do dia encontrará algo ou alguém que lhe traga satisfação ou atenda uma necessidade sua. Aí ele abre a carteira.

Mas será que todos na empresa sabem disso? Aí entra a comunicação. Sou cada vez mais solicitado para conscientizar as equipes disso porque, ainda que a gestão adote uma postura assim, nem sempre consegue comunicar isso a todos os que participam da empresa. Além disso sempre existe o ditado que diz que “santo de casa não faz milagre” e aí você precisa trazer alguém de fora para dar o recado. Pode parecer incrível, mas tenho feito até palestras em eventos de segurança no trabalho para conscientizar as pessoas que acidentes ou falhas na segurança geram falta de competitividade para a empresa ou seu produto, o que acabará tendo conseqüências importantes para o bolso do próprio colaborador.

Quando o trabalhador percebe que aquela promoção, aquele aumento, aquela melhoria no ambiente de trabalho e outros benefícios não estão sendo possíveis pela baixa competitividade da empresa, ele passa a olhar a segurança não como um empecilho, mas como uma ferramenta para a lucratividade de sua própria carreira. Mas, para que ele enxergue isso é preciso comunicação, e isso não ocorre por telepatia.

No seu ponto de vista, as empresas estão efetivamente preocupadas com relacionamento interno, como identificar e avaliar essa prática?

Mario Persona – Quando o sapato aperta é comum culparmos as circunstâncias. Uma hora é porque o dólar subiu, outra porque desceu. Ou é a China que produz em ritmo de enxame, ou o Bin Laden que mandou explodir outro oleoduto no Iraque. Some-se a isso a política tributária, o crescente custo com segurança, competição interna acirrada e você tem empresas em pânico ou jogando a toalha.

Circunstâncias são coisas que não podemos mudar. Se chover ou fizer sol, tudo o que posso fazer é sair de guarda-chuva ou chapéu. Não posso mudar as circunstâncias, mas posso mudar a forma de enfrentá-las. Se as empresas perdessem menos tempo reclamando das circunstâncias e fazendo um diagnóstico interno do que pode ser mudado, acredito que teríamos um índice maior de sucessos. O problema é que temos o costume de proteger o umbigo, porque gostamos dele. Mas é lá que pode estar o problema.

Costumo fazer entrevistas com os colaboradores nas empresas e pedir que preencham um questionário avaliando vários aspectos da empresa, seus produtos e serviços. Os questionários são colocados em uma urna sem qualquer identificação. Geralmente a diretoria se surpreende com o que seus colaboradores realmente pensam, quando não precisam se identificar.

Mas existe aí uma margem de erro, porque nunca respondemos racionalmente da mesma forma que reagiríamos a uma situação, e aí as pesquisas podem falhar. Comportamento é algo que precisa ser observado. Não se obtém respostas de comportamento perguntando, mas observando. As empresas precisam ter pessoas boas de percepção e discernimento para avaliar comportamentos e incluir o resultado disso no planejamento e nas ações de melhoria do relacionamento.

Relacionamento interno é competência apenas da área de RH ?

Mario Persona - O RH é o maestro, mas o que seria do concerto se os músicos não soubessem tocar ou não se entendessem? Cabe ao maestro selecionar os melhores músicos e ter sabedoria suficiente para colocá-los com os instrumentos adequados, nas posições mais propícias ao som que irão fazer e motivá-los a dar o melhor de si. Coloque dois excelentes violinistas inimigos lado a lado e um vai acabar com um enfiando o arco na orelha do outro. Cabe ao RH identificar e gerenciar diferenças, não em tentar homogeneizar a equipe segundo algum padrão. Empresas sem diversidade acabam ficando cinzas em um mercado que exige cada vez mais as cores diferentes da miscigenação de talentos e capacidades.

Entrevista concedida à Revista Anave em 09/11/2005 para uma matéria sobre como melhorar a comunicação e o relacionamento na empresa.

Entrevistas como esta costumam ser feitas para a elaboração de matérias, portanto nem tudo acaba publicado. Eventualmente são aproveitadas apenas algumas frases a título de declarações do entrevistado. Para não perder o que disse na hora costumo gravar ou dar entrevistas por escrito. 

Mario Persona é consultor, escritor e palestrante
Fonte: Mário Persona
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